sábado, 26 de junio de 2010

El valle de las reses (Versión bilingüe)

As vezes eu paro para não me encontrar

E adivinho  ruídos incertos e um porão de escombros.

Seu auditório, um pouco fora, se escuta em surdina.

Aproxima-se o vento com a sua face agitada.



Pelo alto ascende ainda mais a vida, em prismas

Poliedros

Da vida mesma,

são narizes aonde quer que elas cheirem a sua fuligem.

Tudo se espreme...

Até onde o espaço permite a densidade dos homens.





Intento respirar a ideia de não ser o único sem casa

e não compreendo a bem-vinda dos discursos e seus vértices.

Há que ocupar-se para não morrer de tédio

e exigir liberdade para que tenha sentido.



Tudo aqui é um moribundo vale de vacas apertadas

produzindo carne e soçobra.

A devoção de abster-se de razões.

As vezes caminho para não me encontrar e ali estou,

Junto aos charcos, em algum canto de caracois...

Assistindo aos meus umbrais.

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